Livro Celebrativo da 2ª Feira da Semana Santa

 



LIVRO CELEBRATIVO.       

              2ª  FEIRA DA SEMANA SANTA 
                   
                               30.03.26
      
                               RITOS INICIAIS.


                      Cantos de entrada.

Reunido o povo, o sacerdote dirige-se com os ministros ao altar, enquanto se executa o canto de entrada.

Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração. Depois se dirige com os ministros à cadeira. 


                 ANTÍFONA DE ENTRADA.
                     (Cf. Sl 34, 1-2; Sl 139, 8)


Se não há cântico de entrada, recita-se a antífona:
℣.: Julgai, Senhor, meus acusadores, combatei aqueles que me combatem. Tomai armadura e escudo e levantai-vos em meu socorro, Senhor, minha força e salvação!

    
                       SAUDAÇÃO INICIAL.


Terminado o canto de entrada, o sacerdote e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:

Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.

℟.: Amém 

Em seguida, o sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo.

Pres.: A graça de nosso Senhor Jesus Cristo,
o amor do Pai
e a comunhão do Espírito Santo
estejam convosco. 

℟.: Bendito seja Deus, que nos reuniu no amor de Cristo.

O sacerdote, o diácono ou outro ministro poderá, com brevíssimas palavras, introduzir os fiéis na Missa do dia.


                         ATO PENITENCIAL


 O sacerdote convida os fiéis ao ato penitencial:

Pres.: Em Jesus Cristo, o Justo,
que intercede por nós e nos reconcilia com o Pai,
abramos o nosso espírito ao arrependimento
para sermos dignos de nos aproximar
da mesa do Senhor.

℣.: Senhor que na cruz perdoastes o ladrão arrependido,
tende piedade de nós.

℟.: Senhor, tende piedade de nós.

℣.: Cristo, que sois a verdade que ilumina os povos,
tende piedade de nós.

℟.: Cristo, tende piedade de nós.

℣.: Senhor, que viestes, não para condenar, mas para perdoar,
tende piedade de nós.

℟.: Senhor, tende piedade de nós.


Segue-se a absolvição sacerdotal:

Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.

℟.: Amém 


                             
                           ORAÇÃO DA COLETA
                               
                               (Silêncio)

Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:

Pres.: Oremos 

Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Coleta:
 Deus todo-poderoso, concedei a nós, que desfalecemos em nossa fraqueza, recobrar novo alento pelos méritos da paixão do vosso Filho Unigênito. Ele, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.

℟.: Amém 

                 
                      Liturgia da Palavra 


                               Primeira Leitura
                             
                              (Is 42,1-7)


Leitor: Leitura do Livro do Profeta Isaías.


1 "Eis o meu servo - eu o recebo; eis o meu eleito - nele se compraz minh'alma; pus meu espírito sobre ele, ele promoverá o julgamento das nações. 2 Ele não clama nem levanta a voz, nem se faz ouvir pelas ruas. 3 Não quebra uma cana rachada nem apaga um pavio que ainda fumega; mas promoverá o julgamento para obter a verdade. 4 Não esmorecerá nem se deixará abater, enquanto não estabelecer a justiça na terra; os países distantes esperam seus ensinamentos". 5 Isto diz o Senhor Deus, que criou o céu e o estendeu, firmou a terra e tudo que dela germina, que dá a respiração aos seus habitantes e o sopro da vida ao que nela se move: 6 "Eu, o Senhor, te chamei para a justiça e te tomei pela mão; eu te formei e te constituí como o centro de aliança do povo, luz das nações, 7 para abrires os olhos dos cegos, tirar os cativos da prisão, livrar do cárcere os que vivem nas trevas".
 
Leitor: Palavra do Senhor.

℟.: Graças a Deus 



                  SALMO RESPONSORIAL

               (Sl 26(27),1.2.3.13-14 (R. 1a)


℟.: O Senhor é minha luz e salvação

- O Senhor é minha luz e salvação; de quem eu terei medo? O Senhor é a proteção da minha vida; perante quem eu tremerei? 

- Quando avançam os malvados contra mim, querendo devorar-me, são eles, inimigos e opressores, que tropeçam e sucumbem. 

- Se contra mim um exército se armar, não temerá meu coração; se contra mim uma batalha estourar, mesmo assim confiarei. 

- Sei que a bondade do Senhor eu hei de ver na terra dos viventes. Espera no Senhor e tem coragem, espera no Senhor! 


          ACLAMAÇÃO DO EVANGELHO

℟. Honra, glória, poder e louvor a Jesus, nosso Deus e Senhor!

℣. Salve, nosso Rei, somente vós tendes compaixão dos nossos erros.

Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:

℣.: Dá-me a tua bênção

O sacerdote diz em voz baixa:

Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho ✠ e do Espírito Santo.

O diácono faz o sinal da cruz e responde:

℣.: Amém 

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio:

℣.: Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho


                             EVANGELHO
  
                            (Jo 12,1-11)

O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:

℣.: O Senhor esteja convosco.

℟.: Ele está no meio de nós.

O diácono ou o sacerdote diz:

℣.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo ✠ segundo João.

℟.: Glória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.

1 Seis dias antes da Páscoa, Jesus foi para Betânia, onde morava Lázaro, que ele havia ressuscitado dos mortos. 2 Ali ofereceram a Jesus um jantar; Marta servia e Lázaro era um dos que estavam à mesa com ele. 3 Maria, tomando quase meio litro de perfume de nardo puro e muito caro, ungiu os pés de Jesus e enxugou-os com seus cabelos. A casa inteira ficou cheia do perfume do bálsamo. 4 Então, falou Judas Iscariotes, um dos seus discípulos, aquele que o havia de entregar: 5 "Por que não se vendeu este perfume por trezentas moedas de prata, para as dar aos pobres?" 6 Judas falou assim não porque se preocupasse com os pobres, mas porque era ladrão; ele tomava conta da bolsa comum e roubava o que se depositava nela. 7 Jesus, porém, disse: "Deixa-a; ela fez isto em vista do dia de minha sepultura. 8 Pobres, sempre os tereis convosco, enquanto a mim, nem sempre me tereis". 9 Muitos judeus, tendo sabido que Jesus estava em Betânia, foram para lá, não só por causa de Jesus, mas também para verem Lázaro, que Jesus havia ressuscitado dos mortos. 10 Então, os sumos sacerdotes decidiram matar também Lázaro, 11 porque, por causa dele, muitos deixavam os judeus e acreditavam em Jesus.

Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote aclama:

℣.: Palavra da Salvação.

℟.: Glória a vós, Senhor!

Depois beija o livro.


                              HOMILIA

Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.

                  
                   LITURGIA EUCARÍSTICA

                            
                            OFERTÓRIO

Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.


                ANTÍFONA DE OFERTÓRIO
  
                        (Cf. LH: Sl 142, 9. 10)


Se não há cântico de ofertório, recita-se a antífona:
℣. Libertai-me dos meus inimigos, porque sois meu refúgio, Senhor! Vossa vontade ensinai-me a cumprir, porque sois o meu Deus e Senhor!

Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.

O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio
Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.

O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio

Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio.
Coloca o cálice sobre o corporal.

Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio

E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.

Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio

                 
                     CONVITE À ORAÇÃO

Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:

Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o sacrifício da Igreja, nesta pausa restauradora na caminhada rumo ao céu, seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.

℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.

          ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS

Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas:

Pres.: Olhai, Senhor, com bondade, os sagrados mistérios que celebramos; o que em vossa misericórdia previdente instituístes para desfazer a nossa condenação produza em nós frutos de vida eterna. Por Cristo, nosso Senhor.

℟.: Amém 


                             PREFÁCIO

           (Prefácio da Paixão do Senhor I)

Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:

℣.: O Senhor esteja convosco.

℟.: Ele está no meio de nós.

Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:

℣.: Corações ao alto.

℟.: O nosso coração está em Deus.

O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:

℣.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.

℟.: É nosso dever e nossa salvação.

O sacerdote, de braços abertos, reza ou canta o Prefácio.

Pres.: Na Verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso. Pois, pela paixão salvadora do vosso Filho, o mundo inteiro recebeu a missão de proclamar a vossa glória. A força radiante da cruz manifesta o julgamento do mundo e o poder de Jesus Crucificado. Por isso, Senhor, também nós, com todos os Anjos e Santos, vos aclamamos, cantando (dizendo) a uma só voz:

                  
                   SANTO, SANTO, SANTO


SANTO, SANTO, SANTO, SENHOR, DEUS DO UNIVERSO! O CÉU E A TERRA PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA. HOSANA NAS ALTURAS! BENDITO O QUE VEM EM NOME DO SENHOR! HOSANA NAS ALTURAS!


      
                ORAÇÃO EUCARÍSTICA II


O sacerdote, de braços abertos, diz:

Pres.: Na verdade, ó Pai, vós sois Santo, fonte de toda santidade.
Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:
Santificai, pois,estes dons, derramando sobre eles o vosso Espírito, 
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
a fim de que se tornem para nós o Corpo e ✠ o Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo.

A assembleia aclama:

℟.: Enviai o vosso Espírito Santo!


O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.

Pres.: Estando para ser entregue e abraçando livremente a paixão, 

toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:

Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos.

inclina-se levemente

Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.

Então prossegue:

Do mesmo modo, no fim da ceia, 

mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:

ele tomou o cálice em suas mãos e, dando graças novamente, o entregou a seus discípulos.

inclina-se levemente

Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

Pres.: Mistério da fé para a salvação do mundo!
A assembleia aclama:

℟.: Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição.

O sacerdote, de braços abertos, diz:

Pres.: Celebrando, pois, o memorial da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o Pão da vida e o Cálice da salvação; e vos agradecemos porque nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir.

A assembleia aclama:

℟.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!

Pres.: Suplicantes, vos pedimos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.

A assembleia aclama:

℟.: O Espírito nos una num só corpo!

1C: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro; e aqui convocada no dia em que Cristo venceu a morte e nos fez participantes de sua vida imortal; que ela cresça na caridade, em comunhão com o Papa Bonifácio, com o nosso Bispo N.*, os bispos do mundo inteiro, os presbíteros, os diáconos e todos os ministros do vosso povo.

(*) Aqui pode-se fazer menção dos Bispos Coadjutores ou Auxiliares, conforme vem indicado na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n. 149.

A assembleia aclama:

℟.: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!

2C: Lembrai-vos também, na vossa misericórdia, dos (outros) nossos irmãos e irmãs que adormeceram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida; acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.

A assembleia aclama:

℟.: Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna!


3C: Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os Apóstolos, (São N.: Santo do dia ou padroeiro) e todos os Santos que neste mundo viveram na vossa amizade, a fim de vos louvarmos e glorificarmos
une as mãos
por Jesus Cristo, vosso Filho.


                            DOXOLOGIA

Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:

Pres.: POR CRISTO, COM CRISTO, E EM CRISTO, A VÓS DEUS PAI TODO-PODEROSO, NA UNIDADE DO ESPÍRITO SANTO, TODA HONRA E TODA GLÓRIA, POR TODOS OS SÉCULOS DOS SÉCULOS.

A assembleia aclama:

℟.: AMÉM


                 RITO DA COMUNHÃO

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:

Pres.: Obedientes à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:

O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:

Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:

Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.

O sacerdote une as mãos.

Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:

Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.

O sacerdote une as mãos e conclui:

Vós, que sois Deus com o Pai e o Espírito Santo.

O povo responde:

Amém.


O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:

Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.

℟.: O amor de Cristo nos uniu.

Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote diz:

Pres/Diác.: Em Jesus, que nos tornou todos irmãos e irmãs,
saudai-vos com um sinal de reconciliação e de paz.

E, todos segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz, a comunhão e a caridade; o sacerdote dá a paz ao diácono e a outros ministros.


                      FRAÇÃO DO PÃO


Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio

CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, TENDE PIEDADE DE NÓS.

CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, TENDE PIEDADE DE NÓS.

CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, DAI-NOS A PAZ.

Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio

O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:

Pres.: Quem come minha carne e bebe meu sangue
permanece em mim e eu nele.
Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.

E acrescenta, com o povo, uma só vez:

Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:

Pres.: O Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.

E reverentemente comunga o Corpo de Cristo.

Depois, segura o cálice e reza em silêncio:

Pres.: O Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.

E reverentemente comunga o Sangue de Cristo.

Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, 
dizendo:

℣.: O Corpo de Cristo.

O que vai comungar responde:

℟.: Amém.

Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, faça se a oração de comunhão espiritual antes e logo em seguida inicia-se o canto da Comunhão.

                         COMUNHÃO

Inicia-se então o canto da comunhão:



          ANTÍFONA DA COMUNHÃO

                       (Cf. Sl 101, 3)

Se, porém, não se canta, a antífona que vem no Missal pode ser recitada ou pelos fiéis, ou por alguns deles, ou por um leitor, ou então pelo próprio sacerdote depois de ter comungado e antes de dar a Comunhão aos fiéis:

℣.: O Cristo foi entregue para congregar na unidade os filhos de Deus, que estavam dispersos.

Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:

Pres.: Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.

Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.


           ORAÇÃO PÓS COMUNHÃO


Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:

Pres.: Oremos.

Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Depois da comunhão.

Senhor, nós vos pedimos humildemente: assim como nos alimentais com o sacramento do Corpo e Sangue de Cristo, dai-nos participar da natureza divina. Por Cristo, nosso Senhor.

Ao terminar, o povo aclama:

℟.: Amém.


                       BÊNÇÃO FINAL
                  (Oração sobre o Povo)

Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:
 
Pres.: O Senhor esteja convosco.

℟.: Ele está no meio de nós.

Pres.: Defendei-me, Senhor, os que se humilham e protegei os que confiam em vossa misericórdia, a fim de que, preparando-se para a festa da Páscoa, não façam apenas penitência corporal, mas busquem, o que é melhor, a pureza de coração.

℟.: Amém.

Pres.: E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho ✠ e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
℟.: Amém.

Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:

℣.: Ide em paz, e glorificai o Senhor com vossa vida.

℟.: Graças a Deus.

 Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.


                        CANTO FINAL

Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.

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